Nesta vídeo aula explico como podemos melhorar o mundo fazendo pequenos ajustes em nossa alimentação:
A diminuição do consumo de alimentos industrializados e super processados é então muito importante. Preparar nossos próprios alimentos também mas às vezes a inspiração para cozinhar acaba. Nestas horas a Internet e suas milhões de receitas podem salvar o dia. Também gosto de livros ilustrados. O livro Segunda sem carne, da editora melhoramentos oferece uma mescla de receitas lacto-ovo-vegetarianas apropriadas para café da manhã, almoço e jantar. Contém muitas receitas de doces, bolos e massas em geral mas fiz uma seleção das receitas menos calóricas e com menor índice glicêmico, em ordem de aparecimento no livro:
Ovo cozido mole com aspargos, salada de quinoa com tomate assado, cogumelos grelhados, mingau de aveia com mirtilo, salada picante de feijão com tomate, sopa cremosa de brócolis, sopa de melão e hortelã, abobrinha e tomate ao forno com queijo feta, sopa de agrião e amêndoa, salada mexicana de feijão, frittata de abobrinha e batata, triângulos de espinafre e queijo, sopa de cenoura, berinjela com tomate ao forno, coleslaw (salada de repolho) de verão, salada caprese, ratatouille, salada de vagem com nozes e roquefort, gazpacho de melão, frigideira de acelga e grão de bico, manga com limão, tomate ao forno com queijo gruyère, guacamole, ensopado de lentilha com queijo e romã, omelete de ervilha e fava, espetinhos de tofu com marinada de laranja, salada de maçã com rabanete e queijo quente, refogado de ervilha à indiana, salada de figo e queijo de cabra, berinjela e lentilha ao forno, rosti com ovo e cogumelo, abóbora e abobrinha assadas, sopa cremosa de salsão com queijo stilton, dip de iogurte e pepino, dip de lentilha com tahine, curry de couve-flor e dhal de ervilha, ovos mexidos com cogumelo, refogado de erva-doce e pimentão, ovos à florentina, berinjela gratinada com mussarela, minestrone à toscana, salada de pêra, nozes e stilton, curry tailandês de legumes, frittata de batata e cebola, brócolis com limão, tagine de grão de bico com legumes, lentilha com pimentão e queijo de cabra, batata recheada com queijo e cebolinha, cogumelo assado com tomate, alcachofra com vinagrete de avelã, ensopado de legumes com feijão, sopa de mandioquinha, polenta ao forno com cogumelo e mascarpone, sopa de alho poró e batata, tofu com gengibre, cogumelo assado com ervas, salada de endívia, laranja e azeitona, risoto de abóbora e castanha, salada de beterraba com pêra e endívia, salada de reponho e maionese, haburguer de queijos e leguminosas, sopa de abóbora, sopa de missô com tofu, curry de grão de bico, batata com alecrim e avelã, legumes assados com molho de missô e gergelim, korma de legumes, salada de beterrabas com especiarias, gratinado de couve com queijo, caçarola de feijão com coentro, cebola recheada com castanha e lentilha, pilaf com ervilha, couscous integral com batata doce e pistache, colcannon, mexido de tofu e espinafre, salada de feijão branco com abacate e laranja, sopa de cebola clássica, jafrezi de batata-doce e couve-flor.
O único defeito do livro é a fonte usada. As letras são tão pequenininhas…
Faça as pazes com a sua comida
O consumo diminuído de vitamina B12 em mulheres gestantes e lactantes leva a uma redução das reservas do bebê. A deficiência de vitamina B12 causa anemia, diarréia. Na infância a depleção da vitamina também pode acarretar em danos permanentes e severos ao sistema nervoso central. A prevenção é feita com a suplementação de pelo menos 2,6 mcg de vitamina B12 ao dia, tanto para gestantes quanto durante todo o período de amamentação.
Links interessantes:
Deficiência de B12 em vegetarianas
Importância da vitamina B12 e folato antes e durante a gravidez
Consumo adequado de B6, B9 e B12 diminui o risco de câncer de pâncreas
Um tomate diferente

Estudo publicado ontem no Current Biology mostra pesquisa de engenharia genética em que genes de ervas foram introduzidos no tomate afim de criar um produto com maior quantidade de antioxidantes e antocianinas. O resultado foi um produto com uma cor mais forte (semelhante à da berinjela), melhor sabor e maior resistência contra fungos.
Apesar de estranho de se olhar, os pesquisadores garantem que o maior teor de antocianinas e a maior durabilidade são benefícios importantes. Estudos subsequentes testarão a eficácia do consumo para a saúde, o que deve levar mais 12 meses e a aprovação para consumo deverá levar cerca de 24 meses, de acordo com reportagem publicada no portal espanhol ABC.
Propriedades do chá de boldo

O boldo (Peumus boldus) é uma planta tradicional do Chile, muito utilizada para facilitar a metabollização dos nutrientes e por suas propriedades hepatoprotetoras.
De acordo com a ANVISA o boldo do Chile pode ser indicado para o tratamento de distúrbios digestivos leves, atuando na redução de espasmos intestinais e tratamento de distúrbios hepatobiliares (fígado e vesícula).
Sua capacidade de destoxificação do fígado também é auxiliar até no tratamento da celulite. Os óleos essenciais das folhas possuem propriedades antimicrobianas contra Streptococcus pyogenes, Micrococcus sp., and Candida sp. O extrato possui alta atividade antioxidante, em decorrência da presença de substâncias que também conferem o sabor amargo à planta, como catequinas, boldina e compostos fenólicos.
Contudo, estas mesmas substâncias benéficas podem prejudicar o feto. Como não existem estudos que avaliem dosagens seguras em gestantes, se estiver grávida não faça ingestão de chá de boldo pois o mesmo pode aumentar as contrações uterinas. Mulheres lactantes também não devem utilizar o boldo do Chile.
Outras contra-indicações incluem: pacientes com obstrução das vias biliares, cálculos biliares, quadros de inflamação ou câncer no ducto biliar e com câncer no pâncreas, pacientes com doenças severas no fígado como hepatite viral, cirrose ou hepatite tóxica e crianças menores de seis anos de idade.
Para saber mais sobre os cuidados sobre a manipulação e preparo dos chás clique aqui.
Para mais chás auxiliares no tratamento da celulite clique aqui.
Refrigerantes aumentam o risco de diabetes?
De acordo com estudo europeu publicado este ano na revista Diabetologia a resposta é sim. Para os pesquisadores Dora Romaguera, Petra Wark e Teresa Norat da Faculdade Imperial de Londres e colaboradores de outras instituições européias o consumo de apenas 1 lata de refrigerante ao dia aumenta o risco de diabetes em 22%. O estudo avaliou o consumo de bebidas adoçadas em 350.000 indivíduos europeus. Um dos problemas apontados é o ganho de peso, fator de risco importante para a doença. Ou seja, o consumo de outros alimentos hipercalóricos também pode estar associado ao aumento do risco de diabetes. Para ler o artigo na íntegra clique aqui.
Para saber mais sobre o impacto do consumo de refrigerantes em sua saúde clique aqui.
Podcast Carboidratos
Semana passada fui entrevistada a respeito do consumo dos carboidratos pelo pessoal do podcast Sushi com Lasanha. Para conferir clique abaixo:

